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Encontro Nacional de Direitos Animais
Discutindo o movimento, nutrindo-se nas diferenças e capacitando nossos ativistas
15 a 18 de novembro de 2007
São Paulo (interior), Brasil
Notícias, informações, banners, fotos e vídeos de meio ambiente, consumo consciente e sustentabilidade. Em prol do bem-estar de todos os animais.
* Jaqueline B. Ramos foi convidada pela organização da Animal Rights 2007 para fazer a cobertura fotográfica do evento.
Jaqueline e Paul Watson
MATÉRIA TAMBÉM PUBLICADA:
REVISTA DIGITAL ENVOLVERDE - http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=36461&edt=34
ECOAGÊNCIA DE NOTÍCIAS - http://www.ecoagencia.com.br/index.php?option=content&task=view&id=2583&Itemid=62
JORNAL DO MEIO AMBIENTE - http://www.portaldomeioambiente.org.br/news//not.php?id=528
Saiba mais:
FARM -
http://www.farmusa.org/
Conferência Animal Rights - http://www.arconference.org/
Equal Justice Alliance (organização contra o AETA) – http://www.noaeta.org/
União Internacional Vegetariana/América do Norte – http://www.ivu.org/vuna
Frente Parlamentar Ambientalista cria grupo de trabalho de fauna*Divulgado pela WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) Brasil
A Frente Parlamentar Ambientalista criou no dia 04/07/2007 o grupo de trabalho (GT) de fauna. Esse grupo, a ser coordenado pela Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA – World Society for the Protection of Animals), tem como objetivo rever a legislação sobre o tema ainda não votada e sugerir nova legislação. A prioridade é o PL de circos, que irá disciplinar o uso de animais em entretenimento.
A Frente foi criada em fevereiro deste ano com o objetivo de votar legislação que apóie políticas públicas e ações que promovam o desenvolvimento sustentável. Hoje, ela é a maior frente no Congresso Nacional e conta com o apoio de 302 parlamentares, sob a coordenação do deputado Sarney Filho (PV-MA).
Um dos preceitos da frente é a luta em defesa dos princípios da Carta da Terra, o documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92). Assim, foram criados cinco GTs, liderados por ONGs nacionais e internacionais, para auxiliar nas questões relativas a clima, água, resíduos, florestas e biocombustível. O GT de Fauna é o sexto.
Foto: www.sodepaz.org
Veja mais detalhes sobre cada uma dessas dicas no site do Instituto Akatu (http://www.akatu.net/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=19)
Fontes: Livro “Como Cuidar do seu Meio Ambiente” e Instituto Akatu
Entrevista: Maluh Barciotte, consultora do Instituto Akatu
O Instituto Akatu é uma organização não-governamental e foi criado em 15 de março (Dia Mundial do Consumidor) de 2001. A palavra “Akatu” vem do tupi e significa, ao mesmo tempo, “semente boa” e “mundo melhor”. Ela traduz a idéia de que o mundo melhor está contido nas ações de cada indivíduo. A missão do Akatu é conscientizar e mobilizar o cidadão brasileiro para o seu papel protagonista, enquanto consumidor, na construção da sustentabilidade da vida no planeta. Maluh Barciotte é uma das consultoras do instituto e deu a seguinte entrevista para a Revista do IEA:
IEA: Qual é o perfil de um consumidor consciente?
Maluh: O mundo hoje exige que você repense suas ações e o consumidor consciente é o cidadão que faz isso. Ele tem consciência dos atos das práticas de consumo e dos impactos causados, num longo prazo, para o meio ambiente, para a sociedade, para a economia e para ele mesmo. Por isso age tendo como referência três pilares de reflexão e atuação: a compra, o uso e o descarte. A partir do momento que as pessoas percebem que o que faz mal para sua vida pessoal também faz mal para o planeta, o consumo consciente passa a ser visto como uma oportunidade, e não como um sacrifício ou um problema.
IEA: Qual é o primeiro passo para se tornar um consumidor consciente?
Maluh: O consumo consciente nasce da idéia de refletir sobre o consumo. O primeiro passo é perceber que muitos produtos são consumidos apenas porque são oferecidos, e não exatamente porque você precisa deles. Outra questão que o consumidor consciente deve ter em mente é a da visão integradora, aquela que percebe as interdependências sistêmicas entre o físico, o social, o econômico, o social etc, que é a idéia da sustentabilidade. Daí ele se dá conta da importância das suas ações cotidianas e vê que tudo está interligado.
IEA: O consumo consciente tem realmente poder de mudar modelos de produção insustentáveis?
Maluh: As ações cotidianas têm influência na mudança de modelos de produção e também de políticas públicas. É o que chamamos de pedagogia do cotidiano: muitas pessoas fazendo juntas num longo tempo e criando novos modelos. Se a demanda for por produtos mais conscientes, com certeza a indústria vai ser obrigada a mudar. O que acontece hoje é que o consumidor em geral ainda não tem o hábito de investigar e exigir informações mais detalhadas sobre o produto ou serviço que está comprando.
IEA: Mas o Akatu percebe algum avanço nesta percepção de consumo mais consciente?
Maluh: Sim, felizmente percebemos que cada vez mais informações estão sendo divulgadas, refletindo em alguns resultados. No ano 2000 fizemos uma pesquisa com 1000 pessoas perguntando “O que é uma empresa com responsabilidade social?”. Cerca de 41% responderam que é a que está dentro da lei e 35% afirmaram que é aquela que, além de estar dentro da lei, contribui com ações para construir uma sociedade melhor. Em 2005 repetimos a mesma pesquisa e o resultado foi melhor: 64% dos participantes optaram pela alternativa que vai além da obrigação da lei. A consciência em relação a este assunto está crescendo.
*Matéria publicada na edição n. 73 da Revista do Instituto Ecológico Aqualung (maio-junho 2007).


Alunas do projeto Cozinheiro Cidadão e suas receitas de Wraps (divulgação)
Foto: IUCN/Jim Thorsell
Rainforests of Atsinanana, Madagascar
Florestas tropicais que mantém ecossistemas e espécies de animais e plantas endêmicos e/ou ameaçados.
Foto: IUCN/Geoffroy Mauvais
Jeju Volcanic Island and Lava Tubes, Coréia
Região vulcânica de 1.2 milhões de anos formada por um vulcão e o pico Mt Hallasan, o mais alto do país (1.950 metros de altura).
Foto: IUCN/Paul Dingwall
Primeval Beech Forests of the Carpathians, Eslováquia e Ucrânia
As florestas temperadas das montanhas dos Cárpatos são exemplos de ecossistemas únicos e ainda preservados.

Teide National Park, Espanha
Parque no arquipélago das Ilhas Canárias, nele está situado o terceiro vulcão mais alto do mundo e o mais alto da Espanha, o Teide-Pico Viejo.

Foto: IUCN/Bernard Smith
Ecosystem and Relic Cultural Landscape of Lopé-Okanda, Gabão
Região única que detém áreas de transição entre ecossistemas de densas florestas tropicais e savanas.
Foto: IUCN/Jean Pierre d'Huart
Dia Mundial da Água – boas notícias
Se o Brasil não tem muito a comemorar na área de conservação de florestas, uma notícia divulgada por ocasião do Dia Mundial da Água (22 de março) é motivo de orgulho para o país. A ONG britânica World Development Movement destacou o gerenciamento de água e esgoto feito em quatro municípios brasileiros como exemplo e inspiração de gestão pública de recursos hídricos. Segundo relatório divulgado, as iniciativas nas cidades de Alagoinhas (BA), Guarulhos (SP), Porto Alegre (RS) e Unaí (MG) "mostram uma visão de universalidade, justiça e igualdade". "Esses fornecedores municipais no Brasil podem nos ensinar muito sobre como ter redes de distribuição de água democráticas e eficientes", disse o diretor da ONG, Benedict Southworth.
Dia Mundial da Água – más (e velhas) notícias
Mas infelizmente no mês em que se comemora o Dia Mundial da Água as notícias não são muito boas em nível global. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em 2007 a falta de acesso à água limpa atinge mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. E as previsões para médio prazo não são nada animadoras. A OMS alerta que este número pode dobrar até 2025, quando dois terços da população mundial poderão estar sofrendo com problemas ligados à escassez de água limpa. Atualmente, 2,6 bilhões de pessoas – metade da população dos países em desenvolvimento - vivem em locais sem condições básicas de saneamento e os problemas relacionados à falta de água adequada matam mais de 1,6 milhões todos os anos.
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Sobre seca, botos e gado
Menina dos olhos internacional, a Amazônia é sempre alvo de inúmeros estudos, estimativas, levantamentos e ensaios de investimentos. Mas o fato é que a floresta vem pedindo socorro e algumas decisões parecem ignorar este SOS, como a recente tomada pelo Bird (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O corpo de diretores do IFC (Corporação Financeira Internacional), braço do banco, aprovou em março o financiamento de US$90 milhões para atividade pecuária na Amazônia brasileira. A concessão será a favor do Grupo Bertin, maior exportador de carne do Brasil. Os recursos serão investidos em matadouros e curtumes na região de Marabá, Redenção e Conceição do Araguaia (PA), em Cacoal (RO) e em Água Boa (MT).
Enquanto a expansão da pecuária na Amazônia - incentivadora de desmatamento e geradora de pelo menos 56 milhões de toneladas de emissões de carbono, sem contar os problemas sanitários e éticos relativos ao abate dos animais - ganha incentivo econômico de tal magnitude, as estimativas negativas continuam a ser noticiadas e nenhuma ou pouca contra-partida é feita a respeito.

Embora 4 milhões de anos seja uma eternidade, numa escala evolutiva representa algo muito recente. E é exatamente esse tempo que está sendo indicado por um novo estudo concluído pela Universidade do Estado da Carolina do Norte (EUA) como o período de separação evolutiva entre humanos e chimpanzés. Ao afirmar que os últimos ancestrais entre homens e macacos teriam vivido há apenas 4 milhões de anos, o estudo contesta as atuais informações oficiais sobre o assunto, que datam de 5 a 7 milhões de anos.
Como qualquer nova descoberta, esta pode gerar controvérsias. Mas o argumento para a datação mais recente é a nova metodologia que foi utilizada na pesquisa, baseada em análises do DNA de humanos, chimpanzés, gorilas e orangotangos. De acordo com o líder do trabalho, o cientista Asger Hobolth, a equipe desenvolveu uma nova matemática para medir a quantidade de diferenças no DNA entre um indivíduo e outro, sendo assim possível estimar quando viveu o ancestral em comum entre os dois.
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Arroto de vacas X Aquecimento Global, a batalha final
Na linha controversa e pouco sustentável do “é melhor remediar do que prevenir”, cientistas alemães resolveram lutar contra o aquecimento global investindo na diminuição dos arrotos das vacas.
Hã???!!! É isso mesmo.
O jornal inglês The Guardian noticiou em março um trabalho alemão que consiste na invenção de uma pílula para vacas que as ajudarão a arrotar menos. Devido ao seu processo digestivo natural, estima-se que os bovinos sejam responsáveis pela liberação de 4% dos gases de efeito estufa, sendo em maior parte o metano, um vilão para a atmosfera no mesmo grau do gás carbônico. Em entrevista para o jornal, o coordenador da pesquisa, Winfried Drochner, diz que a pílula também ajudará as vacas a produzirem mais leite se combinada com uma dieta especial. “Nosso objetivo é aumentar o bem-estar da vaca, reduzir os gases de efeito estufa e aumentar a produção agrícola de uma vez só”.
Ah tá, agora está explicado... Nada melhor do que garantir o bem-estar dos animais, combater o aquecimento global e, de quebra, aumentar a produção. É tudo que o processo de mudanças climáticas precisa...
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Primeira Reserva de Fauna brasileira
Na Baía da Babitonga, em Santa Catarina, existem duas preocupações socioambientais em pauta no momento: a necessidade de assegurar as fontes de recursos naturais que sustentam atividades turísticas e mais de duas mil famílias de pescadores artesanais; e a importância da proteção de espécies nacionalmente ameaçadas como o Boto Cinza (Sotalia guianensis), a Toninha (Pontoporia blainvillei) e o Mero (Epinephelus itajara), além de 6.200 ha de manguezal. Para tal o Ibama está consultando os municípios abrangidos pela baía com a proposta de criar uma Reserva de Fauna, a primeira da categoria do país. Esta categoria de unidade de conservação compatibiliza a conservação da natureza e o uso sustentável de parcela de seus recursos naturais.
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Vítimas do mercado
A União Mundial para a Natureza (UICN) divulgou em março mais um dado que reforça o quanto os tubarões são vitimados com o crescimento do mercado não regulamentado de suas barbatanas. Segundo a ONG, em 15 anos, a população de tubarões nas águas da Europa diminuiu nada mais nada menos do que 80%, com aproximadamente cem milhões de exemplares morrendo anualmente. Várias espécies de tubarões são caçadas sem controle para o corte de barbatanas e, após a extração, os corpos dos animais, ainda vivos, são jogados de volta na água. Mas segundo os pescadores, a covardia com os animais se pagaria pelo bom preço que as barbatanas são vendidas no mercado na Ásia. Inversamente ao senso de ética e respeito em relação aos animais, a procura por barbatanas aumenta ao ritmo de 5% ao ano e na China, por exemplo, há cerca de 380 milhões de consumidores da famosa sopa de barbatana de tubarão.
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São Paulo 2020!
Para orgulho dos paulistanos, São Paulo deverá ganhar seis posições no ranking das cidades mais ricas do mundo e figurar como a 13ª em produção de riquezas no ano de 2020. A conclusão é de um levantamento feito pela empresa internacional de auditoria Pricewaterhouse Coopers, que afirma que o Produto Interno Bruto (PIB) de São Paulo, estimado em US$ 225 bilhões em 2005 deverá passar a US$ 411 bilhões em 2020, superando no ranking o PIB de cidades como Miami, Hong Kong, Dallas e São Francisco. As três primeiras posições do ranking deverão permanecer inalteradas na comparação entre 2005 e 2020: Tóquio, Nova York e Los Angeles.
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Meio Ambiente e Guerra
Recente reportagem do jornal Terramérica mostra que o Iraque contabiliza um péssimo balanço ambiental depois da ocupação militar norte-americana no país completar quatro anos. Segundo Azzam Alwash, presidente da ONG Nature Iraque, entrevistado pelo jornal, os rios Tigre e Eufrates se tornaram esgotos a céu aberto. Dejetos industriais, hospitalares e agrícolas e vazamentos de petróleo seriam vertidos nesses dois enormes rios que definem a região da Mesopotâmia e fornecem boa parte da água para irrigação e consumo. Já a ministra do Meio Ambiente do país, Narmin Othman, declarou para o jornal que, apesar das más notícias, foram aprovadas leis ambientais mais rígidas neste período e os pântanos mesopotâmicos, drenados pelo regime de Saddam Hussein nos anos 80, voltaram a inundar. Boas e más notícias à parte, o fato é que apesar de dezenas de bilhões de dólares já terem sido gastos na reconstrução do país, calcula-se a necessidade de muito mais investimentos, algo em torno de US$ 80 bilhões a US$ 100 bilhões. O preço da guerra é grande, inclusive para o meio ambiente.
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Mais tempestades
Estudo coordenado por Mario Molina, prêmio Nobel de Química em 1995 por pesquisas com a camada de ozônio, promove mais uma amostra do efeito danoso da poluição promovida pelo homem. Análises feitas a partir de imagens obtidas por satélites nas últimas décadas mostram que a poluição produzida na Ásia altera a química da atmosfera e causa mudanças no padrão de tempestades no continente, influenciando no final todo o clima do hemisfério Norte. E se não bastasse, o estudo também destaca que as tempestades no Pacífico têm papel crítico na circulação atmosférica global. Possível resultado: a alteração em seu padrão pode promover um impacto significativo no clima de todo o planeta.
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Brasil no Ano Polar
Engana-se quem acha que os ecossistemas polares não são explorados, no bom sentido, por pesquisadores brasileiros. O Ano Polar Internacional (API), programa mundial de pesquisa para estudar os ambientes dos pólos Ártico e Antártico, terá a participação de 30 Universidades e centros de pesquisa do Brasil em 28 projetos. O total do programa engloba 50 mil pesquisadores e 227 projetos em 63 países até março de 2009. “Neste API teremos uma participação significativa, consolidando o reconhecimento da comunidade científica internacional conquistado com os 25 anos de trabalho do Programa Antártico Brasileiro”, destacou Luis Fernandes, secretário executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia em entrevista à Agência Fapesp na cerimônia de lançamento do programa no início de março.
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Interesse por agricultura orgânica
A secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fez uma averiguação bastante interessante ao longo dos últimos anos. Segundo Rogério Dias, coordenador-geral da secretaria, o interesse e opção dos grandes produtores rurais pelo mercado de produtos orgânicos vêm aumentando a cada ano no Brasil. “Antes, a agricultura orgânica estava restrita à produção de hortaliças e era praticada pelos pequenos produtores”, disse Dias em entrevista à Agência Brasil. “Agora, estão entrando nessa área os produtores de açúcar, café e outras categorias de grãos.”
O Programa de Desenvolvimento da Agricultura Orgânica, criado no Plano Plurianual 2004-2007, contempla ações como linha de crédito diferenciada. Além disso, o Mapa tem trabalhado na articulação do setor, procurando aproximar os segmentos envolvidos e investindo na área de pesquisa.
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Campanha pró-neutralização
Cada cidadão libera em média 2,07 toneladas de gás carbônico ou dióxido de carbono na atmosfera por mês e para compensar faz-se necessário calcular a emissão individual dos gases que causam o efeito estufa e a quantidade de árvores que cada pessoa deveria plantar para neutralizar esta emissão. O problema e a solução são apresentados pela ONG Iniciativa Verde, que disponibiliza em seu site (http://www.thegreeninitiative.com/) sistema para o cálculo da neutralização – que, diga-se de passagem, é o mais novo termo da moda em tempos de Aquecimento Global e Mudanças Climáticas.
No site a ONG mostra os números médios de emissões analisando o consumo de energia elétrica, combustíveis fósseis e gás. Mas de uma forma geral, o diretor da Iniciativa Verde, Osvaldo Martins, recomenda que o caminho para mudar o atual quadro de emissão de gases é o do consumo consciente, ou, em outras palavras, consumir menos de tudo. Está lançado o desafio!
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Controle de vôos
O assunto é controle de tráfego aéreo, mas não tem nada a ver com a atual crise da aviação brasileira. O Ministério dos Transportes da Alemanha divulgou no início de março a intenção de implantar taxas de aterrissagem proporcionais ao consumo de combustível dos aviões e promover um controle mais racional do tráfego aéreo, evitando itinerários mais longos que o necessário. O objetivo final é a proteção do meio ambiente. O porta-voz do ministério explicou que "uma melhor organização do tráfego aéreo permitiria reduzir as emissões de CO2 e a despesa de combustível e que taxar as frotas mais antiquadas seria um incentivo para o uso de aviões mais modernos e menos poluentes". Se a proposta do ministério for levada adiante, a nova normativa será testada durante um período de três anos no país. Enquanto isso, no Brasil...
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