terça-feira, setembro 23, 2008

Setor aéreo quer cortar poluentes

Foto: Ipanema a álcool (divulgação Embraer)

Por Jaqueline B. Ramos*

Falamos muito em deixar o carro na garagem e usar bicicletas e transporte público como uma forma de mitigar nossa pegada ambiental no planeta. Mas em tempos de economia globalizada, um meio de transporte que é insubstituível em algumas situações está ficando cada vez mais popular – e, conseqüentemente, ganhando o seu espaço na “lista dos culpados” pelo aquecimento do planeta: o avião.

O sonho de voar, perseguido pelo homem desde sempre, hoje pode ser considerado uma realidade e ganhou forma nos acelerados avanços na aviação (militar, comercial e executiva) assistidos no último século. Mas tamanho avanço não poderia passar incólume. Segundo dados da ONU, hoje o transporte aéreo – que gera aproximadamente 8% do PIB mundial - é responsável por 2% das emissões globais de gás carbônico, com previsão para que este número cresça para 3% até 2050. O número pode até parecer pequeno, mas os esforços visando uma aviação mais limpa (felizmente) não parecem ser. Inclusive no Brasil, um dos países que se destacam no mercado aeroespacial mundial por conta da Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica, líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos.

Segundo a fabricante de aeronaves, estima-se que nos últimos 40 anos a aviação mundial tenha reduzido em 70% suas emissões de gás carbônico e óxidos de nitrogênio. Mas apesar deste bom resultado, as metas, principalmente de viabilizar combustíveis mais limpos, não param por aí. Na Cúpula de Aviação e Meio Ambiente, reunião internacional realizada em Genebra em abril deste ano, as grandes empresas da indústria da aviação mundial – entre elas a Embraer, a Boeing, a Bombardier e a Airbus - assinaram o “Aviaton Industry Commitment to Action on Climate Change”, no qual se comprometeram a acelerar os investimentos em tecnologias e materiais que diminuam o impacto da atividade no meio ambiente.

“É importante ressaltar que este compromisso envolve todas as partes da indústria de transporte aéreo, não só a fabricação de aeronaves. Cada empresa tem a sua responsabilidade neste processo e além da eficiência dos combustíveis, outro objetivo importante firmado neste encontro é a melhoria da elaboração de rotas aéreas, da gestão do tráfego aéreo e das infra-estruturas aeroportuárias”, explica Guilherme de Almeida, responsável por estratégias de tecnologias de meio ambiente da Embraer, informando que o setor pretende alcançar um índice de 12% de eficiência do controle de tráfego aéreo já nos próximos anos.

(...)

Leia a matéria completa no site O ECO.

*Matéria publicada no site O ECO em 22/09/2008

Um comentário:

Anônimo disse...

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